
...Somos verdadeiramente, por poucos momentos, a própria essência primordial e sentimos a apetência; a luta, a tortura, o aniquilamento dos fenômenos já nos parecem necessários, diante da exagerada profusão de inumeráveis formas de vida que se pressionam e se acotovelam perante a fecundidade superabundante da vontade universal...
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